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Ministro diz que planos 3G devem ficar mais baratos em breve

Anonymous pretende desligar a internet no proximo Sabado
O notório grupo de hackers identificado como Anonymous pretende interromper as atividades de toda a internet no próximo sábado (31 de março). O ato seria uma forma de protestar contra projetos como o SOPA e se posicionar contra os “líderes mundiais irresponsáveis e os bancários que estão arruinando o mundo enquanto satisfazem seus desejos egoístas”.
Um documento publicado no site Pastebin, supostamente escrito por membros da coligação hacker, afirma que a intenção não é matar a rede mundial de computadores, mas sim atacar as grandes corporações, de maneira que provoque a maior quantidade possível de danos. A Operação Blecaute 2012 pretende atacar os servidores DNS que servem como base para o funcionamento da internet, o que tornaria a maior parte dos sites inacessíveis.
A ação faz parte da operação "Março Negro", que prometia um mês inteiro de protestos contra propostas como o SOPA, ACTA e o PIPA. Embora até o momento o grupo não tenha realizado nenhuma grande ação durante este mês, a derrubada de toda a internet deve ser o suficiente para chamar a atenção das autoridades.
A opinião dos especialistas em segurança
Caso você esteja preocupado e já esteja começando a pensar em quais atividades realizar no próximo fim de semana, procure se acalmar. Empresas especializadas em segurança virtual afirmam que um ataque do tipo não teria as consequências esperadas, e é muito provável que o blecaute prometido não aconteça.
“Os hackers do Anonymous podem causar interrupções, mas elas vão ficar restritas às redes das quais as máquinas visadas fazem parte”, afirma Robert Graham, da Errata Security. “É improvável que eles consigam tirar todas elas do ar, ao menos por um período significativo de tempo. No dia do Blecaute Global, é possível que muitas pessoas nem notem o que está acontecendo”, complementa.
Apesar de estar certo da ineficiência de um ataque do tipo, Graham mostra certa cautela ao falar sobre o assunto. “Só porque eu digo que o Anonymous não pode derrubar a internet, não significa que isso não pode ser feito”, afirma o especialista em segurança no blog oficial da empresa.

Como a Google consegue armazenar tanta coisa?
Abrir a página inicial do Google, digitar um termo e aguardar pelos resultados da busca é uma das tarefas mais simples que você pode fazer na internet. O serviço da gigante de Mountain View conquistou boa parte de sua fama aliando simplicidade no uso com um eficiente algoritmo, capaz de encontrar até mesmo as opções mais remotas de sites na web.
Contudo, o que você não percebe é que por trás desse processo simples existe uma grande necessidade de recursos sendo consumidos. No exato momento em que você faz as suas buscas, milhões de outras pessoas em todo o planeta também estão fazendo o mesmo. Então, como é que não acontece uma pane no sistema e o site permanece no ar, apesar do tráfego de dados cada vez maior a que é submetido?
Aguentando tudo
O sistema de armazenamento de backups do motor de busca precisa ser capaz de atender a milhões de requisições simultaneamente. Além disso, o tamanho do espaço precisa crescer continuamente para acomodar as novas páginas da web. No total, esses processos consomem mais de 20 petabytes por dia.
A mesma situação vale para outros gigantes da rede mundial, como o Facebook e a Amazon. Apesar das arquiteturas tradicionais mais eficientes existentes, ainda há o risco de que um número expressivo de internautas acessando um determinado serviço ao mesmo tempo gere um gargalo no desempenho do fluxo de dados.
Para conseguir dar vazão a uma quantidade de dados em constante crescimento, empresas como Google, Microsoft e Facebook adotaram um tipo diferente de solução de armazenamento: trata-se de um sistema de arquivos distribuídos tendo como parâmetro um objeto-base de armazenamento.
Em outras palavras, a arquitetura de nuvens das grandes empresas separa os metadados (dados referentes a um conteúdo específico) a partir do conteúdo em si. Ou seja, ao acessar uma foto, por exemplo, você tem acesso primeiro às informações sobre a imagem (dados) para somente depois reunir os dados e acessar a imagem propriamente dita. Essa técnica reduz consideravelmente os volumes de leitura e escrita de conteúdo.
Google File System
A Google foi a primeira das grandes empresas a enfrentar o problema do crescimento da informação em larga escala. Em 2003, os engenheiros da empresa criaram o Google File System (GFS), centro estratégico de armazenamento de dados da companhia e base para quase todos os serviços da empresa.

A empresa tende a armazenar os dados para as suas aplicações em arquivos enormes que funcionam como uma espécie de “poupa-tempo”. Centenas de máquinas coletam esses dados e aplicativos específicos analisam e combinam as informações, muitas vezes quando os dados ainda estão sendo gerados.
Detalhes técnicos de como funciona o GFS são guardados a sete chaves pela empresa. Para a Google, é muito mais importante ter velocidade no acesso às informações do que qualquer outra coisa. Além disso, é importante que o sistema possa trabalhar com uma margem capaz de suprir eventuais falhas.
Contudo, alguns detalhes adicionais já são de conhecimento do público. A GFS é composta por três camadas: um cliente GFS que lida com solicitações de dados de aplicativos, um servidor-mestre, que usa um índice de memória para rastrear os nomes dos arquivos, e os servidores em si. Cada servidor-mestre é capaz de lidar com 100 milhões de arquivos.
Código de falha crítica de segurança do Windows vazou na web
Um código que aponta uma falha crítica de segurança no Windows vazou na internet durante a última semana e os principais suspeitos pelo vazamento são a própria Microsoft ou algum de seus parceiros de confiança. Quem acusa a empresa de Redmond é o pesquisador italiano de segurança Luigi Auriemma, responsável pela descoberta da falha em novembro de 2011.
No final do ano passado, Auriemma descobriu uma falha de segurança no sistema de acesso remoto do Windows (Remote Desktop Protocol) e submeteu-a à Microsoft e também a um dos parceiros da fabricante do Windows. Em publicação recente em seu blog, o especialista garante com “100% de certeza” que o código que circula na web é de sua autoria. Ele afirma ainda que os dados foram retirados do exploit que enviou a Redmond há alguns meses.
Alguém confiável seria o culpado
Além de garantir que a falha de segurança que descobriu vazou na internet, o pesquisador italiano foi além e levantou a suspeita de que foi a própria Microsoft ou sua parceira Zero Day Initiative (ZDI) a responsável pelo vazamento. O diretor de segurança da ZDI, Manager, por sua vez, assegurou ao Ars Technica que ninguém de sua empresa está ligado à publicação dos dados sobre a falha na web.
Problema resolvido?
Em comunicado oficial, Yunsun Wee, diretor da divisão de Computação Confiável da Microsoft, afirma que a empresa investiga o vazamento e trabalha para garantir a segurança e a privacidade de seus clientes.
O código responsável por todo este imbróglio foi visto em sites chineses, em forma de arquivo executável pré-compilado, durante a última semana. Não à toa, a Microsoft publicou um pacote para correção de uma brecha de segurança no Remote Desktop Procotol, o que deve ter corrigido o problema.



Perfis do Facebook podem ser sequestrado por malwares extensões do Chrome
Perfis do Facebook podem ser sequestrado por malwares extensões do Chrome
Os cibercriminosos estão carregando extensões do navegador Chrome maliciosos para a loja oficial da Web Chrome e usá-los para roubar contas do Facebook, segundo pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab. As extensões desonestos são anunciados no Facebook por scammers e reivindicar para permitir a mudança da cor das páginas de perfil, monitoramento de visitantes em seu perfil ou até mesmo remover vírus de mídia social.

Vulnerabilidade no software Google Earth exposto por longrifle0x
Ucha Gobejishvili, pesquisador de segurança também conhecido como Longrifle0x , encontrou uma outra questão de segurança interessante em um dos softwares mais famoso chamado Google Earth. Ele encontrou uma vulnerabilidade de execução crítico código no google software cliente Terra. Para Prova de Conceito , pode-se baixar qualquer versão do Google Earth, Em seguida, abra "Click Placemark", coloque um código malicioso não como uma amostra abaixo e executar seu código.

De acordo com as investigações da Verizon 2012 Violação de dados Relatório divulgado na quinta-feira, hacktivistas roubaram mais dados de grandes corporações do que os cibercriminosos em 2011, de acordo com um estudo de incidentes de segurança significativos. O relatório pesquisou 855 violações de dados, onde um combinado de 174 milhões de registros digitais foram furtados.

engenharia social
Saiba dos cuidados necessários para não cair nas armadilhas dos engenheiros sociais.
O termo engenharia social ficou mais conhecido em 1990, através do famoso hacker Kevin Mitnick. Mas afinal, qual o significado do termo? Engenharia social são as práticas utilizadas para se obter informações sigilosas ou importantes de empresas e sistemas, enganando e explorando a confiança das pessoas.
Na maioria das vezes, os golpistas se passam por funcionários da empresa alvo, ou mesmo autoridades interessadas em prestar ou comprar serviços. As pessoas que não estão preparadas para enfrentar ataques deste tipo são facilmente manipuladas e fornecem as informações pedidas.
Mas como se proteger de golpistas que utilizam esta técnica? A melhor maneira é sabendo como os engenheiros sociais agem e ficar sempre atento ao fornecer informações. A equipe do Baixaki preparou este artigo com algumas dicas para você ficar esperto e não cair em armadilhas.
Primeiros alvos ao telefone
Engenheiros sociais que utilizam o telefone para obter informações possuem como objetivo ou passar-se por algum funcionário e colega de trabalho, ou algum tipo de autoridade externa, como auditor por exemplo.
Os primeiros alvos são secretárias, recepcionistas e seguranças, pois esses funcionários estão sempre em contato (direto ou indireto) com as pessoas que detém cargos de poder dentro da empresa, os verdadeiros alvos. Assim, através de pessoas mais acessíveis e com cargos menores é possível obter informações sobre aquelas mais bem posicionadas na hierarquia.
Falar a mesma língua
Cada corporação possui sua própria linguagem e expressões que são usadas pelos funcionários. A engenharia social criminosa estuda tal linguagem para tirar o máximo proveito disso. O motivo é simples: se alguém fala com você utilizando uma linguagem que se reconheça é mais fácil sentir-se seguro e a baixar a guarda, falando o que o golpista quer ouvir.

Música de espera
Ataques bem-sucedidos exigem paciência, tempo e persistência. Uma abordagem que está sendo muito utilizada é utilizar a música que as empresas utilizam para deixar as pessoas esperando ao telefone. Ao ouvi a música à qual está habituado, o funcionário conclui que quem está do outro lado da linha realmente trabalha na mesma corporação que ele e acaba baixando a guarda e fornecendo todas as informações solicitadas.
Telefone falso
Uma nova técnica está sendo usada pela engenharia social criminosa para burlar o sistema de identificador de chamada das empresas. É o chamado spoofing do número telefônico, que faz com que o identificador de chamadas mostre um número diferente daquele que realmente originou a ligação.

Notícias e SPAMs
Este é um dos ataques mais comuns e é utilizado principalmente para obter dados bancários e financeiros das pessoas, como número de conta, senha, número do cartão de crédito, etc. Os assuntos dos emails normalmente são pertinentes a notícias divulgadas na mídia, seja pelo jornal, televisão, rádio ou Internet.
A maioria dos textos contém um link que encaminha o usuário para uma página falsa de banco, contas de email, sites de relacionamento, etc. Ao entrar com os dados solicitados, o usuário está, na verdade, enviando o login e a senha para o criminoso sem perceber.
Redes sociais
Boa parte das pessoas possui perfis e contas em redes sociais, o que facilita a engenharia social criminosa. Ao criar perfis em sites de relacionamento é preciso ter cautela com os dados ali fornecidos, pois muitas vezes eles podem ser usados para prejudicar você. Não é aconselhável colocar telefones, endereço, empresa na qual trabalha e qualquer tipo de informação pessoal em seu perfil.
Erros de digitação
Pessoas que praticam a engenharia social criminosa se aproveitam de qualquer deslize dos usuários para tirar informações. Uma das novas técnicas empregadas é aproveitar-se dos erros de digitação cometidos.
Sites falsos são criados com endereços muito semelhantes aos do site original, mas estes sites fake, como são conhecidos, na verdade enviam os dados digitados diretamente para a mão dos criminosos., é o conhecemos por phishing. Por isso, cuidado ao digitar o endereço de qualquer página na barra de endereços do seu navegador. Antes de enviar qualquer dado, tenha certeza que está no site correto.

Boatos = queda
Os boatos que circulam pela Internet podem refletir diretamente na empresa sobre a qual se fala. Um bom exemplo dessa situação é a Apple, que teve queda em suas ações depois que o boato sobre a suposta morte de Steve Jobs circulou por emails, blogs e fóruns. Tal método é conhecido no mercado financeiro como “pump-and-dump”.
Concluindo
Com as dicas dadas acima é possível se prevenir, mas a melhor maneira de ficar longe de problemas é ter cautela enquanto você está navegando pela Internet e não dar informações à qualquer pessoa. É muito importante manter o antivírus atualizado, assim como os aplicativos que detectam spywares e malwares. Garanta sua segurança e noites tranqüilas de sono.
Com apenas um canal de fibra ótica, empresa alemã atinge 512Gbps de conexão.
Velocidade recorde foi atingida em teste de envio de dados entre Berlim e Hannover, na Alemanha.

A Deutsche Telekom, companhia de telecomunicações alemã, está realizando testes do projeto OSIRIS (Optically Supported IP Router Interfaces), que visa desenvolver novas formas de lidar com a demanda de banda larga. A empresa atingiu uma velocidade de 512Gb por segundo, usando um único canal de fibra ótica, batendo o recorde de maior velocidade de transferência de dados no mundo.
Ao pegar um pacote de dados e enviá-lo de Berlim a Hannover, numa distância de 367km, os pesquisadores bateram recordes tanto na ida quanto na volta. O percurso total teve 734km de distância.
Os cabos de fibra ótica são compostos por diversos canais. Pegando como exemplo os modelos usados pela empresa alemã, que possuem 48 canais, poderíamos ter uma velocidade de 24,6 Tb por segundo, segundo o site GigaOM.
Contextualizando, agora há a possibilidade de envio de uma coleção com 3696 CDs através de apenas um cabo de fibra ótica ao mesmo tempo, em apenas um segundo. E mais: vale lembrar que esses cabos têm a espessura de um cabelo humano.
Não há previsão para a chegada no mercado da conexão de super-velocidade testada pela Deutsche.
Anonymous disponibiliza sua própria distribuição Linux.
Baseado no Ubuntu 10.04, sistema operacional criado pelo grupo hacker acompanha aplicativos bastante variados.
Conhecido por atacar governos e empresas que julga culpados por se oporem à liberdade de expressão, o Anonymous agora também ataca no campo dos sistemas operacionais. Baseada no Ubuntu 10.04, foi criada uma distribuição Linux própria ao grupo que, apesar de ainda incompleta, já pode ser baixada pelos curiosos.
Entre os aplicativos que acompanham o software, estão o Comix, Emesene, Liquid War, VLC e Gwibber, além de uma suíte de segurança que inclui o Tor, TrueCrypt, macchanger e o Vidalia, entre outros. Para entrar no sistema é preciso usar o login “anon1mous” e a senha “anon”. Clique aqui para baixar a novidade.







